Fototerapia

Laser

Para a perfeita compreensão dos processos envolvidos nos protocolos de fototerapia torna-se indispensável o conhecimento da quantidade de energia depositada e as diferentes respostas teciduais. É importante ressaltar que a capacidade de absorver e metabolizar energia por parte da célula é limitada e, portanto, para que possamos atingir de uma forma organizada uma determinada região, é preciso adequar as quantidades de energia para uma distribuição uniforme.

Nos programas de Fototerapia, onde utilizamos os Equipamentos da Linha Quasar, o tipo de energia é obtido por diodos emissores de luz (LED). O azul (LED) emite um comprimento de onda de 470 nm e o vermelho (LASER) na faixa de 660 nm. Em ambos os casos, estamos tratando de uma faixa do espectro eletro-magnético bastante conhecido (safe-band), que não apresenta risco de alteração genética para o paciente.

Diferentemente do que muitos imaginam, o oxigênio que eminentemente reconhecemos como um fluído básico para a vida, em determinadas condições (sob ação de radiação, por exemplo) pode se apresentar numa modalidade em que possui uma capacidade extremamente reativa conhecida como “radical livre”. Sua apresentação pode ser de um oxigênio singleto ou tripleto ou mesmo peróxido de hidrogênio.

Preferencialmente, os radiais livres vão se associar às moléculas de hidrogênio, roubando elétrons de suas conjugações carbônicas o que promove o rompimento das ligações bivalentes entre átomos de carbono propiciando o efeito de OXIDAÇÃO e consequente simplificação dos compostos carbônicos, gerando a percepção estética de clareamento.

Um outro efeito igualmente importante pode ser observado a partir da quebra das moléculas de água, HIDRÓLISE o que acarreta uma imediata ionização com liberação de íons hidroxila que ao se acumularem na membrana celular criam um efeito de alteração na tensão superficial, o que acarreta uma percepção estética provisória de intumescimento e firmeza aos tecidos.

Considerações sobre a evolução clínica da fototerapia.

Das considerações e contraindicações:
1- Classificação do Eritema;
2- Tipo de pele (Fototerapia) “Panorama de fundo” (Não são compatíveis comparações entre tipos de peles diferentes).

Das observações clínicas:
1- Alteração do Eritema;
2- Diminuição da área de Spot;
3- Relato do paciente.

Fatores que devem ser analisados:
1- Idade e Sexo;
2- Severidade do Eritema;
3- Tratamentos anteriores utilizados;
4- Medicações em uso;
5- Fatores sociais e econômicos.

Classificação do eritema:
1- (E1) Eritema maculoso leve, localizado;
2- (E2) Eritema maculoso moderado, difuso;
3- (E3) Eritema papuloso intenso, difuso;
4- (E4) Eritema papulo-nodoso intenso, difuso.

Tipos de pele (Fototerapia):
1- Queima sempre, nunca bronzeia;
2- Sempre queima, às vezes bronzeia;
3- Às vezes queima, sempre bronzeia;
4- Nunca queima, sempre bronzeia;
5- Povos moderadamente pigmentados (chineses, indianos, etc.);
6- Povos da raça negra.